Pesquisas e Cases
Resultados concretos, projetos reais.
Qualtrics 2026 Consumer Experience (Trends Report)
Relatório global do Qualtrics XM Institute, baseado em pesquisa com 20.001 consumidores em 14 países (Q3 de 2025). O estudo aponta quatro tendências para 2026: o atendimento via IA ainda decepciona os consumidores (quase 1 em cada 5 não percebe nenhum benefício); a fadiga com pesquisas faz as empresas perderem visibilidade sobre o churn, já que só 3 em cada 10 clientes dão feedback direto; o bom valor pelo dinheiro atrai o cliente, mas é a experiência (produto + atendimento) que gera fidelidade de fato; e a personalização segue sendo desejada, mas a confiança no uso responsável dos dados ainda é baixa (apenas 39%).
Consumer Trends 2026 (Opinion Box)
Compilado do Opinion Box com os principais insights das pesquisas realizadas ao longo de 2025 com consumidores brasileiros, cobrindo hábitos de compra, jornada digital, finanças, tecnologia, saúde emocional e lazer. O material reúne nove tendências para 2026, entre elas: a experiência do consumidor como diferencial competitivo, o pós-compra como momento decisivo de fidelização, a digitalização acelerada dos meios de pagamento (Pix e bancos digitais), o avanço da IA no cotidiano, o papel crescente das redes sociais na decisão de compra, a tensão entre padrões estéticos e autenticidade, a atividade física como estilo de vida, o verão como estação-chave de consumo e a crescente valorização da saúde emocional.
Principais Tendências Globais de Consumo para 2026 (Euromonitor International)
Compilado do Opinion Box com os principais insights das pesquisas realizadas ao longo de 2025 com consumidores brasileiros, cobrindo hábitos de compra, jornada digital, finanças, tecnologia, saúde emocional e lazer. O material reúne nove tendências para 2026, entre elas: a experiência do consumidor como diferencial competitivo, o pós-compra como momento decisivo de fidelização, a digitalização acelerada dos meios de pagamento (Pix e bancos digitais), o avanço da IA no cotidiano, o papel crescente das redes sociais na decisão de compra, a tensão entre padrões estéticos e autenticidade, a atividade física como estilo de vida, o verão como estação-chave de consumo e a crescente valorização da saúde emocional.
Marketing Trends 2026 (Kantar)
Relatório da Kantar, maior empresa global de dados e análise de marketing, trazendo dez tendências para orientar o planejamento de marcas em 2026. Entre os destaques: o avanço de agentes de IA que passam a mediar decisões de compra, exigindo que marcas otimizem sua “visibilidade algorítmica” (GEO); o uso de dados sintéticos para ampliar a compreensão de audiências; a evolução de testes criativos com IA para prever performance de anúncios; o fenômeno “treatonomics”; a inovação como motor de crescimento via experimentação; a inclusão autêntica como estratégia de expansão de mercado; a necessidade de criadores de conteúdo comprovarem ROI real; e a ascensão das micro-comunidades como espaço de engajamento mais autêntico que as redes sociais tradicionais.
Perspectiva do Consumidor: Guia para 2026 (NielsenIQ / NIQ)
Publicado em novembro de 2025, combina dados de pesquisa com dados reais de compra para mapear o comportamento do consumidor global em bens de consumo. O tema central é que “a cautela é o novo normal”: mesmo com a inflação global desacelerando, os consumidores seguem cautelosos, buscando fontes extras de renda e priorizando despesas essenciais. Entre os principais pontos: os gastos se tornaram mais intencionais, cada compra precisa “conquistar seu lugar”; as redes de mídia de varejo (Retail Media Networks) se consolidam como novo motor de receita; e a entrega rápida se tornou expectativa básica, não mais diferencial. O relatório também detalha diferenças regionais de inflação e sentimento do consumidor, com destaque para a América Latina, que segue com inflação bem acima da média global.
Connecting the Dots 2026 (GWI)
Publicado pela GWI, o relatório aponta cinco tendências de consumo para 2026 que costumam passar despercebidas pelo mercado publicitário: (1) o risco de a IA generativa produzir insights genéricos e estereotipados quando não é alimentada por dados robustos e segmentados; (2) o gap crescente entre intenção declarada e comportamento real de compra, especialmente em categorias de alto valor; (3) a permanência das redes sociais como a mídia dominante no tempo das pessoas, superando TV, streaming e rádio somados; (4) o novo perfil de torcedor da Copa do Mundo de 2026, mais fragmentado em microcomunidades; e (5) a necessidade de tratar a Geração Alpha como uma geração própria, e não como uma “mini Geração Z”.
2026 Global Consumer Predictions (Mintel)
O relatório traz três grandes previsões de comportamento do consumidor com horizonte até 2030: (1) Anti-Algoritmo, consumidores reagindo à influência excessiva dos algoritmos e buscando mais controle sobre suas experiências digitais, valorizando marcas que empoderam em vez de apenas otimizar para engajamento; (2) The New Young, o borramento dos estágios tradicionais de vida com o aumento da longevidade, criando um “meio estendido” da vida onde reinvenção pessoal, profissional e financeira deixa de ser exclusividade da juventude; e (3) The Affection Deficit, o esvaziamento de conexões humanas espontâneas por conta da automação e da eficiência excessiva nas interações cotidianas, abrindo espaço para marcas atuarem como facilitadoras de conexão genuína.
State of Influencer Marketing 2026 (HypeAuditor)
Relatório de dados e métricas de performance sobre o mercado de marketing de influência em 2026, com foco nas três principais plataformas: Instagram, TikTok e YouTube. Traz o tamanho do mercado global e por país, perfil demográfico dos usuários, categorias e tiers de influenciadores, taxas de engajamento, contas em maior crescimento e marcas mais citadas em cada rede. A visão central é que 2026 marca a passagem do marketing de influência de uma fase de experimentação para uma execução em escala, orientada por dados, IA (usada para encontrar criadores, checar qualidade de audiência e detectar fraudes) e novos modelos de monetização como social commerce e receita liderada por criadores.
O Efeito da Influência no Consumo 2026 (YouPix + Nielsen)
Pesquisa com 1.000 respondentes brasileiros, que investiga como influenciadores digitais impactam a jornada de compra do consumidor. O estudo mostra que 81% das pessoas já compraram algo recomendado por um influenciador, 64% usam links ou cupons com frequência e 90% concordam que é importante haver transparência sobre publicidade. Entre os principais achados: a influência já é regra e não exceção no consumo; grande parte do impacto acontece em etapas de pesquisa e consideração que passam despercebidas nas métricas tradicionais de clique/cupom.
Confiança em meio à crise da insularidade (Edelman Trust Barometer)
Realizada com 33.938 entrevistados em 28 países, incluindo cerca de 1.200 a 1.500 respondentes no Brasil. O relatório mostra que, embora o Índice de Confiança geral tenha subido no Brasil (56 em 2026, ante 51 em 2025), o país enfrenta uma “crise da insularidade”: 72% dos brasileiros hesitam ou relutam em confiar em pessoas diferentes de si mesmas, um fenômeno amplificado pelo ressentimento social e pela polarização. O estudo aponta que empresas e empregadores estão em posição privilegiada para atuar como “brokers de confiança”, sendo essa a estratégia mais eficaz para reconquistar credibilidade em tempos de forte desconfiança institucional (especialmente em relação a governo e mídia).