A GaúchaZH publicou, em 13 de julho, na coluna Arrumação Digital de Rafael Martins, uma análise sobre por que projetos de inteligência artificial não devem começar pela ferramenta. Segundo o texto, a cena se repete nas empresas: a diretoria decide que IA virou prioridade, contrata uma plataforma e exige resultados rápidos, enquanto os dados continuam espalhados entre sistemas que não conversam, planilhas duplicadas e arquivos chamados “versão final definitiva” — a empresa quer construir o futuro sem saber onde está o presente. O subtítulo resume o argumento: antes de contratar ferramentas, é preciso saber onde estão as informações e qual problema se quer resolver. Leia a matéria completa no site da Zero Hora – Gaúcha ZH.